CUPRA Raval: tecer um design elétrico

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CUPRA Raval: tecer um design elétrico

CUPRA Raval: tecer um design elétrico

31 Março 2026

Quando design, inovação, sustentabilidade e autenticidade se unem, o resultado traduz-se em soluções únicas, como os bancos CUP Bucket do CUPRA Raval. Dentro de poucas semanas, serão revelados no modelo 100% elétrico, concebido, desenvolvido e produzido em Barcelona. Mas, para já, fica uma antevisão do processo de criação que está por detrás desta inovação: pela primeira vez na indústria automóvel, um revestimento de banco totalmente produzido com tecnologia de tricotagem 3D, numa única peça contínua, sem desperdício e com produção local.





DESIGN

O departamento de Colour&Trim nunca perde de vista o design, mas desta vez foi mais longe. Há anos que vinha a explorar o design paramétrico e o fabrico aditivo. Já tínhamos tido um vislumbre desta abordagem noutros modelos da CUPRA, com superfícies que evoluem graças ao design paramétrico e até elementos tricotados nos apoios de cabeça dos show cars CUPRA DarkRebel e CUPRA Tindaya, bem como em algumas áreas dos bancos das Tribe Editions. Agora, no CUPRA Raval, esta evolução atinge um novo patamar. “O revestimento é produzido numa única peça, com uma única máquina de tricotagem e num único processo. O resultado é uma peça concebida ao milímetro para se ajustar ao banco como uma luva, com um design desportivo e totalmente inovador”, afirma Francesca Sangalli, responsável por Colour&Trim Concept&Strategy na CUPRA.


INOVAÇÃO

Por detrás deste conceito revolucionário no setor automóvel está uma equipa que colocou toda a sua experiência ao serviço da concretização deste projeto. “Trata-se de um processo totalmente novo, no qual tivemos de aprender a implementar o nosso design através de um conceito de fabrico completamente diferente. A colaboração com o nosso fornecedor, Tesca, foi essencial para alcançar o resultado que procurávamos”, acrescenta Francesca Sangalli. O fabrico convencional de revestimentos de bancos envolve vários fornecedores, desde a produção têxtil, tingimento, perfuração, corte e tratamento, até à união de todos os componentes antes da sua aplicação na estrutura do banco. Com este sistema, todo o processo é concentrado num único fornecedor: Tesca.


Nas suas instalações, cada revestimento é tricotado numa única peça. “Tem sido um processo de aprendizagem mútua, com uma abordagem totalmente inovadora, no qual interpretámos o design da CUPRA para o adaptar ao nosso software, permitindo que, através de milhares de pontos de dados, as máquinas tricoten cada estrutura, padrão, costura e até os elementos necessários para fixar o revestimento ao banco, utilizando diferentes fios, tudo em simultâneo. O resultado é uma peça única que se ajusta perfeitamente ao banco CUP Bucket do CUPRA Raval”, explicam os representantes da Tesca.



SUSTENTABILIDADE

Alcançar desperdício zero no fabrico de cada revestimento é fundamental, uma vez que todo o processo assenta num compromisso sólido com a sustentabilidade. O fio utilizado provém de plásticos reciclados recolhidos no Mar Mediterrâneo e é produzido por empresas locais próximas da Tesca, evitando o chamado “turismo de materiais”; os revestimentos são fabricados apenas por encomenda e toda a produção ocorre num raio de 100 quilómetros do local onde o CUPRA Raval é produzido. Para além de ser feito a partir de material reciclado, é também totalmente reciclável. “A pegada que deixamos no mundo é muito importante, e quisemos evidenciá-la com a nossa nova abordagem ao design do CUP Bucket, demonstrando que não só o design, a inovação e a sustentabilidade podem andar de mãos dadas, como devem”, afirma Francesca Sangalli.



AUTENTICIDADE

E o que encontrará, afinal, quem se sentar no novo CUPRA Raval? “Um banco totalmente diferente, com um design desportivo no qual ousámos mais do que nunca graças à forma como é produzido. No futuro, se verificarmos que os clientes preferem uma cor ou forma diferente, podemos facilmente alterar o design e a cor, uma vez que já estão homologados, permitindo atualizações muito rápidas”, afirma Francesca Sangalli, acrescentando que “as possibilidades são infinitas, e isso deve-se ao processo que está por detrás, porque, no final, um objeto é o resultado da forma como é feito.”

 



FONTE:

 

Direção de Comunicação SIVA|PHS

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